Gáudio morto

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Dor minha, que há muito não te sentia
Dor minha, que pensei estar eu fugida
De um amor sentido
Mas proibido de ser vivido

Dor minha, porque comandas meu destino
Se destino for de sentimentos cruzado?
Dor minha, és cruel e desonesta
Por levares o meu mais belo sorriso

Corri para não te voltar a sentir,
Tentei eternizar o tempo do amor

Dor minha, chorei demais
Por ter acreditado na plenitude
De um amor prometido
E sem fé de ser sentido

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Escrevo

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Do que não sei
Ou sei
Sem perceber porque sei
Do que quero saber mais
Sem conseguir entender o porquê

Do que me dói
Mesmo sem trauma
Sem angústia
Sobre uma dor que me destrói
Sobre ela mesmo

Não sabendo se a possuo
Se a quero ou a odeio
Quando obscura estou eu

Do teu amor
Do nosso não existente

Do meu incontornável
Sorriso de imperfeição
Naquele dia imaginário
Em que senti tua mão
Perto da minha solidão

Sobre nada